terça-feira, 16 de julho de 2013

Você sabia? 10 Curiosidades sobre Logística


Logística na História:
Você sabia? Que a história da logística está intimamente ligada às guerras?
Você Sabia?  
1)Os persas utilizavam os carros de boi para o transporte de suprimentos. Um carro de boi, transportando cerca de 650 kg se movimentava a uma média de 3 km/h, num máximo de 5 horas por dia, limitando o avanço militar a 15 km por dia.

2)Os assírios introduziram os cavalos, que podiam transportar aproximadamente 120 kg, mas moviam-se, carregados, a 6 km/h, durante 8 horas, permitindo a movimentação das tropas por 48 km a cada dia. 


3)O exército de Alexandre O Grande, há 2.300 anos atrás, através da introdução de importantes conceitos logísticos, movia-se 65 km por dia, o que permitiu a formação de seu império que abrangia a Grécia, a Índia e a Pérsia, percorrendo cerca de 6.500 km, a marcha mais longa da história. Graças aos seus avançados conhecimentos logísticos, o exército de 35.000 homens de Alexandre O Grande derrotou o exército de 160.000 homens de Dario, o Rei da Pérsia, em 333 a.c., na batalha de Amuq Plain.

Logística nos meios de transporte:
Você Sabia?


4)O Emma Maersk é o maior navio de transporte de contêineres do mundo. Com 397 metros de comprimento, ele pode abrigar 11 mil contêineres ao mesmo tempo. O nome é uma homenagem à falecida esposa do fundador da empresa. O motor Wärtsilä RT é um dos maiores do mundo: pesando 130 toneladas, ele possui 14 cilindros e é capaz de gerar mais de 110 mil HP de potência. O navio costuma fazer a rota China - Europa, lotado de eletrônicos.

Você pode ver o vídeo do Emma Maersk aqui: http://www.youtube.com/watch?v=2oRlthTwEEM 

5)A envergadura de 88,4 metros do Antonov AN 225 lhe garante o título de maior avião do mundo. Podendo carregar mais de 600 toneladas o “Mriya” (apelido que significa sonho), esta verdadeira obra prima da engenharia aeronáutica foi concebida para transportar a primeira nave espacial russa na década de 80 e ainda está em uso.

Você pode ver o vídeo do Antonov An225 aqui: http://www.youtube.com/watch?v=ZVFhOpbHdok

6)O maior trem cargueiro do mundo, com 330 vagões, cerca de 3.500 metros de extensão e capacidade para transportar 40 mil toneladas  é operada pela Vale nos estados do Maranhão e Pará. Até então, a companhia operava com comboios formados por, no máximo, 220 vagões. O objetivo do super trem é elevar a capacidade de movimentação de minério de ferro na EFC para 130 milhões de toneladas (Mt) até 2009, e para 230 Mt a partir de 2012.
O trem de 330 vagões tem potência distribuída e é formado por duas locomotivas com 110 vagões, mais duas locomotivas com 220 vagões. Os testes com os trens maiores na Vale começaram em outubro de 2006. De lá para cá, todos os maquinistas e empregados envolvidos na operação dos comboios passaram por treinamento.
Para garantir a movimentação dos novos trens, a Vale também adquiriu 23 locomotivas, modelo Dash9, provenientes de um investimento de aproximadamente US$ 46 milhões. As máquinas – são fabricadas na Filadélfia, pela General Electric (GE), dos Estados Unidos .

Você pode assistir o vídeo do Trem da Vale aqui: http://www.youtube.com/watch?v=12Waey-WFJU

Logística nas Organizações:
Você sabia?

7)A United Parcel Service (UPS) tem a maior área total de armazenagem coberta do mundo, com 6,9 milhões de metros quadrados. O Wal Mart vem em segundo, com 5,72 milhões de metros quadrados. Dentre os operadores logísticos, a Exel tem 5,21 milhões de metros quadrados.

8)As Casas Bahia e o CBD (Pão de Açúcar) têm, provavelmente, os maiores centros de distribuição do Brasil. O do CD, em Osasco, possui cerca de 200.000 m² de área construída. O da Casas Bahia localizado em Jundiaí, SP, tem 178 mil m² de área construída. Em seguida estão o CD do Ponto Frio, em Guarulhos,SP, com 141 mil m² e o da VW Parts & Acessories, construído em Vinhedo,SP, com 132 mil m².

9)A rede de Fast Food Burger King possui 11.330 restaurantes em 57 países no mundo. A cada ano são consumidos 2,2 bilhões de hambúrgueres, apenas em seus restaurantes nos EUA, o que equivale a 25 carretas diárias de carne bovina. Mensalmente são consumidas cerca de 300 toneladas de bacon e 20.000 toneladas de batatas fritas. Já o McDonalds opera mais de 31.000 restaurantes, com 1,5 milhão de funcionários em 118 países, atendendo mais de 46 milhões de pessoas a cada dia, com um faturamento de US$ 41,5 bilhões! No Brasil são mais de 1.200 pontos de venda, em 133 cidades e 21 Estados, além do Distrito Federal. Para atender os cerca de 1,5 milhão de clientes diários, o McDonald's criou em Osasco,SP a Food Town (Cidade do Alimento), que produz 42 mil pães por hora e 100 toneladas de carne bovina e de frango por dia. Através de seu operador logístico, a Martin Brower, são realizadas cerca de 44.000 mil entregas por ano para o abastecimento da rede McDonald's em todo o Brasil.


10)A Ambev, maior empresa de bebidas da América Latina e quinta maior do mundo, atende, no Brasil, aproximadamente 1 milhão de pontos de venda, contando com cerca de 400 revendores, 11.000 mil vendedores e 17.500 veículos de transporte e distribuição. A rede de revendedores é responsável pela venda e distribuição de 70% da produção da AmBev. Os outros 30% são comercializados pela própria empresa, principalmente para grandes varejistas e atacadistas. Reunidas, as revendedoras AmBev faturam R$ 10 bilhões por ano e gastam anualmente mais de R$ 2 bilhões com insumos. A frota, uma das maiores do país, é composta por 17,5 mil veículos. São consumidos 150 milhões de litros de óleo diesel por ano e emitidas 160 milhões de notas fiscais. Com seguros são gastos da ordem de R$ 60 milhões.

Identificação eletrônica de veículos e carga deverá ser unificada em todos os modais

A ARTESP firmou uma parceria com a EPL (Empresa de Planejamento e Logística), entidade do Governo Federal, a fim de expandir para todo o país a tecnologia desenvolvida em São Paulo para o sistema de cobrança automático e o sistema Ponto a Ponto - pedagiamento por trecho percorrido.
A partir da experiência paulista, novos produtos e serviços de transporte e logística poderão ser desenvolvidos com base na tecnologia de radiofrequência RFID 915 MHz. A ideia é integrar o mesmo padrão de chip de radiofrequência nos mais diversos modais: rodoviário, marítimo, aéreo e ferroviário.
A medida é pioneira não só no Brasil, mas no mundo. O que se pretende, a partir do protocolo de intenções, é fomentar o uso da mesma tecnologia e do mesmo padrão em diversas aplicações. Com um único chip para uso em veículos, cargas ou produtos será possível integrar serviços como a cobrança de pedágio, pesagem de veículos comerciais, rastreamento de cargas e acompanhar a origem e destino de um produto dentro do programa Brasil ID ajudando, inclusive, no combate ao contrabando de mercadorias e fraudes ao compartilhar as mesmas informações com várias entidades fiscalizadoras. Esta integração acelera a adoção destes novos serviços por várias entidades governamentais, e preserva investimentos realizados através do compartilhamento de uma mesma infraestrutura. Também poderão ser ampliadas para todo o país as aplicações já em uso hoje como os pagamentos de estacionamentos e abastecimento de veículos.
Os termos do protocolo definem que ambos os órgãos prestem suporte a empresas usuárias, fornecedores de equipamentos, Governos Estaduais e Prefeituras no desenvolvimento de produtos e serviços de transporte e logística baseados na tecnologia RFID 915 Mhz. A integração poderá beneficiar, inclusive, os chips que já sairão instalados nos veículos fabricados a partir de 2014, conforme estabelecido pelo DENATRAN para o SINIAV – Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos.

Ao aproveitar os padrões e protocolos já em prática nas rodovias paulistas pela ARTESP, o ganho é de eficiência, tempo e redução de custos estará disponível para várias entidades através da EPL. Com a ampliação dos usos do chip de radiofrequência RFID 915 MHz e a consequente massificação na produção dos equipamentos espera-se que o preço do chip seja cada vez menor.

terça-feira, 26 de março de 2013

Contratação de carreteiro autônomo



Sabemos que grande parte do transporte no Brasil é feita por profissionais autônomos que vende seu serviço para as grandes, médias, e pequenas transportadoras. O carreteiro autônomo é proprietário do veículo transportador sendo ele o responsável pela a parte de gestão de gerenciamento de suas receitas provenientes dos fretes, e também das despesas como (diesel, pedágio, manutenção, financiamento, pneus, rastreamento, etc.). Apesar de não possuir vínculo empregatício, o carreteiro autônomo deve providenciar recolher os impostos junto a Previdência Social para garantir no futuro a sua aposentadoria.Vários são os fatores que levam as transportadoras a subcontratar os serviços de carreteiros autônomos, podemos citar algumas situações pontuais como grandes volumes de negócios no inicio e final do mês, sazonalidade, grandes puxadas etc.Vale salientar que a subcontratação de carreteiros autônomos é prevista na Lei Federal 9.611, de 19.02.1998, que dispõe sobre o Transporte Multimodal de Cargas, onde consta que a atividade de transporte multimodal de cargas é complexa, compreendendo as atividades de movimentação, armazenagem e serviços de transportes. A própria Constituição Federal, em seu artigo 5º, inciso XII, permite o exercício de qualquer profissão desde que atendidas às qualificações profissionais, e não é diferente com os carreteiros autônomos de cargas quando registrados devidamente nos órgãos competentes.Os cuidados que as transportadoras precisam ter na contratação de um carreteiro autônomo é preponderante para uma boa e segura terceirização. Grandes são os problemas que enfrentamos com os autônomos, parte da frota são veículos velhos, com a manutenção precária, motoristas estressados, alta carga horária de trabalho estabelecida por eles mesmos em determinados casos, não temos como prever a ingestão de drogas no trajeto principalmente as drogas para não dormir etc.Esse nicho da logística Brasileira precisa ser mais bem repensado, os órgãos que regulamentam os carreteiros autônomos em conjunto com os tomadores de serviços precisam buscar formas, meios, oportunidades para qualificar melhor esses prestadores, além de intensificar as fiscalizações para combater as drogas nas estradas, outro ponto é a renovação da frota que é importantíssimo para o desenvolvimento desse país de estradas ruins.


Wendel Leal
71 8227-8936

quinta-feira, 21 de março de 2013

Comportamento do Consumidor, e a geração Y.

As principais tendências de comportamento e de tomada de decisões da  geração Y, composta por pessoas com idade entre 20 e 29 anos, não estão muito apegados à marca, pois o foco de suas aquisições recai sobre o resultado que a compra produz. Por sua vez, a experiência anterior desses consumidores com a marca é determinante para a aquisição de novos produtos. E o mesmo se observa no caso da compra de um carro ou moto, em que a marca passa a ser um fator decisivo. Vejo também que o custo é importante diante do benefício percebido, ou seja, durabilidade e custo de manutenção. Eles acreditam que, se o carro ou moto não tiver qualidade, o barato pode sair caro. Outro aspecto relevante na percepção desses consumidores é que a marca deve estar no mesmo nível do cliente. Cultivavam por determinadas marcas inexiste entre os jovens consumidores. “Eles estão mais preocupados em parecer. Ser ou ter não é tão importante”. Estão acostumadas a gastar pouco tempo para resolver pendências, eles não têm paciência para utilizar meios on-line, como chat e e-mail, para contatar o SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente) e querem lidar com a incerteza dos meios eletrônicos de comunicação. Além do excelente atendimento, esses jovens consumidores querem rapidez nos processos de atendimento e na resposta à solicitação. O Y valoriza atendentes bem treinados, com boa vontade e raciocínio rápido. Também precisam ser eficientes, atenciosos, simpáticos e proativos. Quando são atendidos, não querem falar com mais de um atendente. Eles esperam respostas diretas e objetivas. Além de, é claro, desejarem resolver o problema o mais rápido possível.
Demonstra também que muitas vezes, o processo de compra sofre influências que fazem com que o comportamento do consumidor não corresponda a uma ordem convencional, considerada como normal. Essas influências podem ter origem social, situacional ou de marketing. O comportamento do consumidor consiste na procura por bens e serviços com os quais mantém uma relação, principalmente com relação aos fatores culturais, que simulam as expectativas individuais sobre determinados produtos ou serviços. Os costumes dos consumidores estão relacionados com sua renda, sua atividade profissional, os tipos de lazer etc. Este fato torna-se ainda mais pertinente por estarmos vivendo num momento em que o marketing está voltado para causar sensações nos consumidores, fazendo consumir muito mais para realizar seus desejos, justificar seus valores e crenças do que por uma necessidade real de compra.
Ao se observar o comportamento do consumidor nos mais diversos ramos de atividades pode-se perceber que não existe um padrão de consumo, um modelo a ser seguido ou mesmo influenciado somente por uma estratégia promocional, mas representa a união de distintos fatores sociais e psicológicos que o fazem eleger um determinado produto e preterir a outro.


Autor: Wendel Leal

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

COMO CALCULAR UMA CARGA comprimento x largura x altura = cubagem

Cubagem


COMO CALCULAR UMA CARGA
comprimento x largura x altura = cubagem
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Para estimar a carga a ser condicionada nos veículos rodoviários, com ou sem unitização (sacos, caixas, pallets, contendedor, big bags, etc), deve-se considerar que a largura das carrocerias dos caminhões convencionais é de 2,40 mts. (90% deles tem esta medida). A altura de carga é de apróx. 2,70 metros. Ou seja que temos uma noção de que a carga obedece a medida de (LARGURA: 2,40 X ALTURA: 2,70).
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No comprimento, cada caminhão obedece uma regra, de acordo ao número de eixos e ao comprimento da carroceria. Podem se tomar certas convenções para se ter uma idéia aproximada das medidas dos caminhões rodoviários:
· TOCO: 1 EIXO - (LARGURA: 2,40 - COMPRIMENTO:7,00 - ALTURA:4,30) Capacidade de carga:7 toneladas.
 · TRUCK: 2 EIXOS - (LARGURA: 2,40 - COMPRIMENTO:7,00 - ALTURA:4,30) Capacidade de carga:12,5 toneladas.
 · TRUCK: 2 EIXOS - (LARGURA: 2,40 - COMPRIMENTO:7,00 - ALTURA:4,30) Capacidade de carga:15 toneladas.
· CARRETA: 1 EIXO - (LARGURA: 2,40 - COMPRIMENTO:12,00 - ALTURA:4,30) Capacidade de carga:12 toneladas.
· CARRETA: 2 EIXOS - (LARGURA: 2,40 - COMPRIMENTO:12,00 - ALTURA:4,30) Capacidade de carga:18 toneladas.
· CARRETA: 3 EIXOS - (LARGURA: 2,40 - COMPRIMENTO:12,00 - ALTURA:4,30) Capacidade de carga:25 toneladas.
       CARRETA: 3 EIXOS - CAVALO TRUCADO (DOIS EIXOS NA TRAÇÃO) - (LARGURA: 2,40 - COMPRIMENTO:12,00) Capacidade de   carga:28 toneladas.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Foton apresenta ao Estado projeto da fábrica em Camaçari

 O governador Jaques Wagner recebeu nesta terça-feira (29), às 13h, na Governadoria, o vice-presidente da empresa chinesa Foton, Li Xingxing, para apresentação do cronograma relativo à implementação do projeto da fábrica de veículos em Camaçari. O entendimento com o governo baiano avançou a partir da viagem do governador Wagner à China, este mês, onde se reuniu com os principais executivos e visitou a unidade fabril da companhia naquele país.
O governador lembrou que a Bahia é o estado que mais tem concentrado investimentos chineses nos últimos anos. “A atração de um grupo empresarial baseado no outro lado do mundo exige um trabalho muito grande de convencimento; afinal, o mundo conhece o Brasil via Rio e São Paulo. Se eu não for lá fora apresentar a Bahia, ninguém virá nos procurar”, ressaltou.
Em setembro passado, a Foton Motors do Brasil, representante da empresa chinesa, assinou o protocolo de intenções com o governo da Bahia para a construção de uma unidade fabril em Camaçari. O investimento inicial previsto nesta fábrica, em Camaçari, que será erguida em uma área de um milhão de metros quadrados, é de US$ 300 milhões e prevê, inicialmente, a operação em duas linhas de produção paralelas para a fabricação de dois modelos de veículos comerciais que serão lançados no mercado. A previsão é que a produção seja iniciada no final de 2013 e que sejam produzidos anualmente 30 mil veículos comerciais até 2017. A fábrica irá gerar, nesse período, mil empregos diretos e seis mil indiretos.
Com sede em Beijing, na China, a Foton é a maior produtora de veículos comerciais e pesados do mundo, com uma produção anual superior a 700 mil veículos. Com diversas fábricas em todo mundo, a Foton emprega hoje mais de 26 mil pessoas.

Fonte: http://www.comunicacao.ba.gov.br/noticias/2013/01/28/foton-apresenta-ao-estado-projeto-da-fabrica-em-camacari






Transportadoras dão cada vez mais importância a serviços terceirizados de logística

A Capgemini Consulting, consultoria em estratégia e transformação global do Grupo Capgemini, em parceria com a Universidade da Pensilvânia, a empresa de recrutamento executivo Korn/Ferry e a fornecedora de serviços de logística Panalpina, anunciaram os resultados do relatório mundial que analisa o mercado de serviços terceirizados de logística. O 17º Estudo Anual sobre Terceirização de Logística (Annual Third-Party Logistics (3PL) Study) de 2013 revela que, apesar do cenário desafiador, o faturamento mundial do setor continua crescendo, com as empresas de logística aumentando a sua presença e criando valor para seus clientes. 65% das transportadoras respondentes declararam que aumentou o uso desses serviços em suas empresas.

O relatório revela que a concorrência mais acirrada e o ambiente econômico difícil levam as transportadoras a lançarem mão de empresas de logística como principal maneira de inovar a cadeia de suprimentos e mitigar os seus riscos. O relacionamento entre as operadoras de serviços de logística e as transportadoras continua evoluindo. Essas últimas buscam gerar valor real e diferenciação frente à concorrência, por meio de sua escolha do prestador de logística. No entanto, o relatório mostra que as empresas de logística ainda têm um longo caminho a percorrer para que consigam atender às crescentes demandas das transportadoras. 

Com base nas respostas de mais de 2.300 transportadoras e prestadores de serviços de logística na América do Norte, Europa, Ásia-Pacífico, América Latina e outras regiões, o estudo revela que as demandas de logística das transportadoras são cada vez mais complexas, na busca de novas e ousadas soluções que as ajudem a encontrar maneiras para crescer e diferenciar-se no mercado. Até recentemente, as empresas de logística podiam demonstrar inovação aperfeiçoando os seus processos gradualmente, adotando novas tecnologias ou melhorando a execução. No entanto, as transportadoras acreditam cada vez mais que tais melhorias nos processos não são suficientes para impulsionar suas cadeias de suprimento e que precisam de uma inovação drástica para conseguirem se diferenciar no mercado ou na cadeia de valor, oferecendo, por exemplo, entrega no mesmo dia ou adotando rótulos com RFID. Ainda assim, muitas transportadoras não confiam na capacidade de suas fornecedoras operarem no nível estratégico necessário para essa inovação drástica. As empresas de logística que responderam à pesquisa (89%) acreditam, em sua maioria, que estão prontas para inovar, mas apenas 53% das transportadoras concordam.

“A maior parte das parcerias entre as empresas de logística e as transportadoras não está configurada de forma a promover a inovação. As transportadoras geralmente contratam empresas de logística somente num nível muito tático, o que faz com que essas últimas não tenham uma visão ou percepção real da organização e de seus desafios," afirma Dan Albright, vice-presidente e responsável pela cadeia de suprimentos da América do Norte na Capgemini Consulting. “É necessário haver relações realmente estratégicas entre todos os parceiros envolvidos para desenvolver as inovações drásticas capazes de solucionar os desafios que as cadeias de suprimentos enfrentam. Isso exigirá uma mudança considerável na forma como muitas parcerias entre operadores logísticos e transportadoras são estruturadas”.

Da mesma forma, o relatório revela que, com a vulnerabilidade sem precedentes das complexas cadeias de suprimento atuais aos impactos negativos de eventos disruptivos, as transportadoras exigem também que seus fornecedores de logística sejam capazes de mitigar riscos. Diversos fatores, entre eles, cadeias de suprimentos ampliadas, estoques reduzidos e menores ciclos de vida dos produtos, estão tornando a interrupção da cadeia de suprimentos algo cada vez mais provável e mais caro do que nunca. As perdas econômicas com problemas da cadeia de suprimento aumentaram 465% de 2009 a 2011, enquanto o número de empresas que experimentam esse problema cresceu 15%¹. O relatório destaca que o mau tempo e a ameaça de uma pandemia são a maior causa de interrupção da cadeia de suprimentos, citadas por 69% das transportadoras respondentes. A volatilidade das commodities, mão de obra e despesas com energia elétrica estão em segundo lugar, citadas por 59%.

Consequentemente, quase metade das empresas de logística (44%) afirmam que estão mais preocupadas com os riscos da cadeia de suprimento e sua mitigação do que há cinco anos. Parcerias mais estreitas (69%), melhor planejamento da continuidade dos negócios (61%), ferramentas voltadas à visibilidade da cadeia de suprimentos (65%) e melhor treinamento dos funcionários (64%) são as principais estratégias que as empresas de logística estão usando para mitigar os riscos da cadeia de suprimentos.  Mesmo assim, apesar do crescente risco de interrupções, muitas empresas estão investindo pouco no planejamento da mitigação dessas paradas. Sem  estratégias mais modernas, tais como mapeamento da cadeia de suprimentos e gestão dos riscos empresariais, as estratégias atuais não serão tão eficientes na minimização desses riscos. As transportadoras que implementaram medidas eficientes afirmam que a melhor maneira de criar uma estratégia sólida para mitigação dos riscos da cadeia de suprimentos é realizar uma avaliação detalhada do estado da rede, criar um plano abrangente para corrigir as maiores fontes de vulnerabilidade e planejar a reação para o caso de interrupção.

“O aumento da concorrência e pressões sobre os preços estão fazendo com que transportadoras busquem custos menores de mão de obra e manufatura fora da empresa; a distribuição centralizada concentrou mais produtos e estoques num número menor de lugares; o ciclo de vida dos produtos está diminuindo em alguns segmentos e, ao mesmo tempo, as empresas estão reagindo ao ambiente econômico desafiador, reduzindo os seus estoques. Tudo isso está originando cadeias de suprimento globais cada vez mais complexas, aumentando, consequentemente, o impacto negativo gerado pela sua interrupção,” afirma Sven Hoemmken, diretor Global de Marketing e Vendas da Panalpina. "Uma estratégia de mitigação sensata é essencial para reduzir os custos e criar uma vantagem sobre a concorrência. Para desenvolver uma cadeia de suprimentos sólida, que equilibre os riscos e as novas oportunidades de crescimento, é necessário fazer uma avaliação rigorosa da cadeia atual, seguida de um plano de mitigação das maiores áreas de vulnerabilidade.”

O relatório também destaca o valor que algumas transportadoras estão gerando com os seus prestadores de serviços de logística. As transportadoras revelaram que gastam uma média de 12% do seu faturamento em logística, sendo cerca de 39% desse gasto com serviços terceirizados de logística, e tanto as transportadoras  (86%) quanto as empresas de logística (94%) consideram a relação entre eles bem sucedida. Um pouco mais da metade (56%) das transportadoras disseram que a contratação de um prestador de serviço de logística gerou diretamente benefícios anuais adicionais. Elas também declararam que obtiveram uma grande economia com a redução dos custos de logística (15%), redução do custo do estoque (8%) e redução dos ativos fixos de logística (26%).

Fonte: http://www.logweb.com.br/novo/conteudo/materia/31076/transportadoras-dao-cada-vez-mais-importancia-a-servicos-terceirizados-de-logistica/

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Foton terá fábricas de caminhões em Camaçari

foton aumark1 Foton terá fábricas de caminhões em Camaçari


Além da Ford e da JAC, a chinesa Foton também terá fábrica no pólo industrial de Camaçari, Grande Salvador. Representantes brasileiros da empresa e o governo do estado da Bahia assinaram um protocolo de intenções para erguer a nova fábrica.
Com investimento de US$ 300 milhões, a Foton pretende produzir dois modelos de caminhões na unidade, que deverá empregar mil funcionários. A capacidade instalada será de 30.000 veículos por ano e a área total do empreendimento terá um milhão de m2.
Dessa forma, a Bahia ganha mais um novo investimento no setor automotivo, que recentemente recebeu novo aporte financeiro da Ford e o projeto da JAC Motors.

[Fonte:http://www.noticiasautomotivas.com.br/foton-tera-fabricas-de-caminhoes-em-camacari/]

"Logística Atualizada"

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Lauro de Freitas, Ba., Brazil
Os profissionais de logística são bastante dinâmicos, criativos e motivados em solucionar problemas e a superar novos desafios. A dificuldade serve como um fator motivador e não como obstáculo profissional. Em geral, são profissionais com boa capacidade de comunicação, hábeis na negociação e têm facilidade de trabalhar em equipe, além de alta flexibilidade e adaptabilidade às mudanças. E-mail: wendelolive@oi.com.br